Categoria: Homens x Mulheres


Sozinho e feliz


A sociedade entende que alguém solteiro é sinônimo de alguém infeliz, que por não ter sorte ou competência ainda não conseguiu se arrumar com seu par. Por isso para o imaginário popular é muito difícil aceitar que uma pessoa solteira é uma pessoa feliz e realizada. Contudo contrariando o que pensa o senso comum, os novos solteiros (as) se sentem completos, felizes e realizados ao ponto de não quererem mudar seu estado civil, pelo menos no curto prazo.

Quanto ao futuro mais distante até admitem que possam ter um relacionamento estável, uma vez que não tem nada contra os namoros e casamentos, mas por hora ainda preferem ser vistos como pessoas livres e desimpedidas. As vantagens de se estar solteiro (a) no momento é muito mais adequada à vida que querem levar se comparada a aquela que teriam se estivessem em um relacionamento sério.

Para que alguém solteiro convicto possa ter uma vida confortável é preciso aprender a se virar sozinho. O mercado já descobriu esse nicho e aposta em produtos com as mais diversas finalidades para atender esse público. Hoje já é possível encontrar pequenas porções de alimentos especialmente preparados para os que vivem solitários , além disso, os serviços também são adaptados para atender ao crescente numero de pessoas que optam em levar a vida de solteiros.

O mundo atual conspira em favor dos que tem mais flexibilidade para agir, uma vez que as mudanças ocorrem em um ritmo cada vez mais frenético. A mulher que não tem marido nem filhos para cuidar tem muito mais chance de abraçar a carreira profissional que quiser sem o trauma de se sentir culpada por ter feito a opção de priorizar a carreira em vez da família, por exemplo.

Embora possa desfrutar de inúmeras vantagens os solteiros convictos podem e devem tomar alguns cuidados, pois como em tudo na vida existe um outro lado, e no caso destes é preciso primeiramente saber usar bem o que a condição de ser dono do próprio nariz proporciona, por isso as recomendações abaixo podem ser úteis caso este seja o seu caso.

Faça o que quiser agora: Uma das melhores coisas que a solteirice proporciona é não ter a obrigação de prestar conta ao outro, assim não é necessário ter a obrigação de justificar o que faz, de onde vai, com quem vai etc. Esta realidade permite que os solteiros coloquem em prática seus planos sem se preocupar se o outro vai concordar, livre dos atritos se sentem mais a vontade para explorar todo seu potencial.

Saiba usar a liberdade: Do mesmo modo que remove eventuais obstáculos, a liberdade deverá ser explorada de maneira responsável, pois o freio que um impõe ao outro no casamento não existirá para os solteiros o que permite um leque muito maior de opções sem interferência alguma. Isso faz com que suas decisões do rumo a seguir recaiam unicamente da sua decisão, o que a torna mais importante para seu futuro.

Invista na auto-estima: A vida de solteiro (a) pode ser bem divertida desde que consiga se sentir confiante e realizado (a), para tanto é necessário cultivar a auto-estima o tempo todo. Viver sozinho e bem requer das pessoas muita força e só se saem bem como solteiros aqueles que cultivam um bom astral, que são confiantes, pois não tem um ombro amigo para chorar quando precisam. Por isso mesmo os solteiros devem fazer algo que lhes dê prazer, viajar para lugares diferentes, sair com amigos, dançar, enfim viver a vida intensamente, afinal de contas eles podem, são livres.

Busque o equilíbrio: Muitos dos casais estão juntos para manter a estabilidade, seja emocional ou financeira. Os solteiros por não terem no outro a referencia de equilíbrio precisam buscar sempre o equilíbrio em suas decisões. Tomar decisões ponderadas com relação tanto aos aspectos emocionais quanto aos financeiros são essenciais para que tenha sucesso como solteiro. Por isso pense em seu futuro e invista em sua carreira profissional enquanto tem tempo, estude e faça os cursos que sonha.


Esteja aberto (a) às mudanças: Não se feche apenas pelo fato de estar sozinho, um solteiro não deve se sentir como extraterrestre em um mundo dominado por casais. Haja com serenidade diante das críticas, e se um belo dia se cansar de ser solteiro(a) assuma um compromisso sério sem cerimônias, afinal solteiro ou casado o importante é estar feliz.



Comentários

XGyimsfJCYszZZcxy, em 20/09/2012 - 02:37

Bom, sobre a chegada de uma nova civzliiae7e3o, achei aqui je1 de algum tempo a Vejam os trechos principais:Uma mudane7a de civzliiae7e3oPor Miguel Conde em 20/4/2010Como o senhor acredita que deve ser feita a transie7e3o de veedculos prestigiados como o El Paeds para a internet?J.L.C. – Os editores de jornais team um problema. He1 sinais preocupantes de que a imprensa este1 chegando ao fim. As circulae7f5es diminuem, a publicidade tambe9m.Creio que estamos cometendo um erro fundamental, de supor que exista um modo de transplantar o jornal para a web, e que por termos tido eaxito fora da web vamos ter tambe9m na web. A web e9 um fenf4meno totalmente diferente.Em que sentido?J.L.C. – A diferene7a fundamental e9 que um jornal e9 um universo fechado, onde da primeira e0 faltima pe1gina se oferece uma certa edie7e3o do mundo. He1 uma cumplicidade intelectual entre o leitor e o jornal. O leitor na web se comporta de maneira diferente. Vai do Globo ao New York Times e de le1 para o Pravda. c9 um ambiente aberto. Por isso me parece equivocada a ideia de transplantar os jornais para a web. Outra coisa e9 a utilizae7e3o das marcas. Isso ainda se este1 por ver, talvez possa funcionar.Outra diferene7a importante e9 que os sites team sistemas de medie7e3o de audieancia muito mais precisos e constantes do que os dos meios impressos. Isso cria novas pressf5es sobre a linha editorial, ne3o?J.L.C. – c9 verdade, e ne3o sei se isso e9 um problema. O que e9 certo e9 que a informae7e3o de qualidade este1 ameae7ada. Ne3o e9 fe1cil distinguir na web o que e9 rigoroso e verdadeiro do que e9 bullshit, como dizem os americanos. O problema e9 entendermos que estamos diante de uma mudane7a de civzliiae7e3o. Assim como os monaste9rios perderam o poder intelectual que tinham apf3s a aparie7e3o da prensa mf3vel, hoje o poder informativo ne3o e9 mais apenas dos jornais e editoras. A estrutura informativa como a conhecedamos pertence agora ao Antigo Regime. Ne3o digo que o novo seja absolutamente bom, e que a tradie7e3o seja totalmente rechae7e1vel. He1 valores que e9 preciso resguardar, como os direitos humanos, o direito e0 propriedade intelectual. Mas temos que reconhecer que mudou.Em seu livro o senhor cita uma frase dita pelo magnata da meddia Rupert Murdoch em 1980: nosso negf3cio e9 o entretenimento . Esse e9 um valor hoje muito defendido pelos consultores que fazem palestras sobre o futuro do jornalismo.J.L.C. – Nada e9 absolutamente novo na vida e toda revolue7e3o tem uma contrarrevolue7e3o nas tripas. O que trato de dizer e9 que o essencial e9 compreender essa mudane7a estrutural. Ne3o e9 saber se estamos diante de uma onda de trivialidade da informae7e3o ou ne3o. O problema e9 que antes uns emitiam e outros recebiam. c9ramos os se1bios que comunicavam aos ignorantes. Algo disso tem que ser mantido, e9 preciso que se possa distinguir as verdades de mentiras. Mas a queste3o e9 como devem se comportar, num mundo desintermediado , uma coisa chamada meios de comunicae7e3o.E como devem agir?J.L.C. – O primeiro que temos que fazer e9 reconhecer o que este1 acontecendo. Ne3o digo que os jornais ve3o desaparecer, mas digo que podem desaparecer. Para mim, o problema e9 estrutural. Na sociedade da comunicae7e3o, existe espae7o para jornalistas? Isso este1 relacionado e0 crise da democracia representativa. Hoje os prf3prios partidos poledticos desaparecem frente e0s iniciativas da sociedade digital, e os ledderes poledticos por sua vez buscam se relacionar diretamente com o povo. He1 uma tendeancia e0 democracia direta, plebiscite1ria. O que ne3o sei e9 o que3o democre1tica e9 a democracia participativa.E quanto e0 discusse3o sobre cobrar ou ne3o cobrar pelo contefado?J.L.C. – Je1 tivemos o modelo gratuito, o pago e voltamos ao gratuito. Para nf3s hoje a queste3o ne3o e9 cobrar ou ne3o cobrar, mas saber o que e9 um jornal na rede, e de que maneira levar as marcas para o mundo digital. He1 um fato que todos citam, mas poucos levam a se9rio: a economia da rede e9 uma economia de demanda, enquanto todos os meios de comunicae7e3o hoje este3o baseados numa economia de oferta. Os jornais se dirigem a um certo perfil geral de leitor, e ne3o ao leitor individualmente. Buscamos um modelo de edie7f5es personalizadas. Isso ne3o significa deixar de ajude1-lo e oriente1-lo. c9 complicado. Ne3o tenho as respostas. Ne3o sei sequer se tenho as perguntas. Mas creio que e9 muito importante tentarmos fazer as perguntas certas.
   

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